Artista: Jonas Sá
Música: Anormal
Diretor: Jonas Sá
Disco: Anormal
Gravadora: Som Livre Apresenta
Compositor: Jonas Sá
Produzido e Dirigido por Jonas Sá
Geraldine Pasztor – Câmera e Assistente de Direção
Pedro Freire – Assistente de Direção
Rosa Branca, Inti Scian, Domingos Guimaraens e Julia Rezende -Contra-regras
Marcelo Paiva – Assistente de Câmera
Silvano Martins – Assistente de Fotografia do Estúdio da Gávea
Luiza Faria – Editora e Co-produtora
Gabriel Weiner – Câmera e Co-produtor
Eduardo Levy – Câmera, Editor e Finalizador
Gracias: SALA Comunicações, Estúdio da Gávea, Alexandre Sant’ana, Carla e Matilde
É engraçado pensar na minha história com música e lembrar que, lá atrás, quando ainda era criança, pensava que ia fazer cinema.
Tanto era importante o cinema na minha vida, que eu nunca brincava de aventuras com meus amigos, se não de filmes. As aventuras eram sempre focadas nos personagens e em suas sensações e sentimentos ao invés da ação desenfreada das brincadeiras dos meus colegas de escola. Eu começava pelos créditos iniciais e logo buscava um piano velho que tinha em casa ou o violão de afinação especial do meu pai e improvisava a trilha do filme que estava começando no imaginário coletivo meu e dos meus amigos.
Lembro bem de ter ganhado um concurso de redação do jornal Balcão, aos 9 anos de idade, e, ao participar do programa Sem Sensura, da TVE (Atual TV Brasil), escutar na mesa redonda o cineasta e ex-ministro da cultura do governo Collor, Ipojuca Pontes dizer que tinha dúvidas se eu poderia considerar a idéia de fazer cinema quando eu crescesse.
Ironicamente, talvez, eu acabei deixando as aventuras práticas de lado para compor canções. A brincadeira de fazer música foi mais resistente que a de fazer filmes. Mas nunca pude deixar o cinema; Cinema Paradiso, Noites de Cabíria, Desperate Living, Metropolis, ET, O Feitiço de Áquila, Mulheres à Beira de Um Ataque de Nervos, Sonhos, Macunaíma... de todos os cantos do planeta as tramas e imagens remontam minha vida tão comum e me fazem compor canções que são um pouco meus filmes.
Agora, a mesma música que o cinema me apresentou, a mesma que roubou-me do cinema, me leva a dirigir o meu primeiro vídeo-clipe, “Anormal”.
Trata-se da primeira música de trabalho do meu primeiro disco homônimo.
Para fazer esse vídeo, contei com a ajuda de uma equipe informal que começou com minha namorada (Geraldine Pasztor) que é câmera (e além de gravar, fez assistência de direção na finalização) e mais um grupo de amigos me ajudando em diversas contra-regragens, enrolando cabos ao meu corpo, ajustando algumas luzes, botando a música pra tocar... em seguida entraram no projeto Luiza Faria (uma das editoras e co-produtora), Gabriel Weiner (que co-produziu, fez algumas câmeras e até fez as vezes de fantasma em vários momentos do clipe) e Eduardo Levy (que também editou, fez câmera e cuidou da finalização). Apesar de informal, a equipe trabalhou muito e tudo funcionou como um set qualquer."
Jonas Sá
Added: August 15, 2008 Runtime: 03:32 Plays: 1,383 Comments: 0
Artista: Jonas Sá
Música: Anormal
Diretor: Jonas Sá
Disco: Anormal
Gravadora: Som Livre Apresenta
Compositor: Jonas Sá
Produzido e Dirigido por Jonas Sá
Geraldine Pasztor – Câmera e Assistente de Direção
Pedro Freire – Assistente de Direção
Rosa Branca, Inti Scian, Domingos Guimaraens e Julia Rezende -Contra-regras
Marcelo Paiva – Assistente de Câmera
Silvano Martins – Assistente de Fotografia do Estúdio da Gávea
Luiza Faria – Editora e Co-produtora
Gabriel Weiner – Câmera e Co-produtor
Eduardo Levy – Câmera, Editor e Finalizador
Gracias: SALA Comunicações, Estúdio da Gávea, Alexandre Sant’ana, Carla e Matilde
É engraçado pensar na minha história com música e lembrar que, lá atrás, quando ainda era criança, pensava que ia fazer cinema.
Tanto era importante o cinema na minha vida, que eu nunca brincava de aventuras com meus amigos, se não de filmes. As aventuras eram sempre focadas nos personagens e em suas sensações e sentimentos ao invés da ação desenfreada das brincadeiras dos meus colegas de escola. Eu começava pelos créditos iniciais e logo buscava um piano velho que tinha em casa ou o violão de afinação especial do meu pai e improvisava a trilha do filme que estava começando no imaginário coletivo meu e dos meus amigos.
Lembro bem de ter ganhado um concurso de redação do jornal Balcão, aos 9 anos de idade, e, ao participar do programa Sem Sensura, da TVE (Atual TV Brasil), escutar na mesa redonda o cineasta e ex-ministro da cultura do governo Collor, Ipojuca Pontes dizer que tinha dúvidas se eu poderia considerar a idéia de fazer cinema quando eu crescesse.
Ironicamente, talvez, eu acabei deixando as aventuras práticas de lado para compor canções. A brincadeira de fazer música foi mais resistente que a de fazer filmes. Mas nunca pude deixar o cinema; Cinema Paradiso, Noites de Cabíria, Desperate Living, Metropolis, ET, O Feitiço de Áquila, Mulheres à Beira de Um Ataque de Nervos, Sonhos, Macunaíma... de todos os cantos do planeta as tramas e imagens remontam minha vida tão comum e me fazem compor canções que são um pouco meus filmes.
Agora, a mesma música que o cinema me apresentou, a mesma que roubou-me do cinema, me leva a dirigir o meu primeiro vídeo-clipe, “Anormal”.
Trata-se da primeira música de trabalho do meu primeiro disco homônimo.
Para fazer esse vídeo, contei com a ajuda de uma equipe informal que começou com minha namorada (Geraldine Pasztor) que é câmera (e além de gravar, fez assistência de direção na finalização) e mais um grupo de amigos me ajudando em diversas contra-regragens, enrolando cabos ao meu corpo, ajustando algumas luzes, botando a música pra tocar... em seguida entraram no projeto Luiza Faria (uma das editoras e co-produtora), Gabriel Weiner (que co-produziu, fez algumas câmeras e até fez as vezes de fantasma em vários momentos do clipe) e Eduardo Levy (que também editou, fez câmera e cuidou da finalização). Apesar de informal, a equipe trabalhou muito e tudo funcionou como um set qualquer."
Jonas Sá